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The Drummer and The Drums - Part III

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E aí rockers? Tudo bom com vocês? Depois de um tempo sem postar, acho que umas 3 semanas, eu estou de volta com as minhas (não tão boas quanto as outras) postagens e volto com a terceira e ultima parte dos meus posts a respeito do instrumento musical que é a minha paixão, a bateria.

Pois bem, como já falei a respeito de pratos e tambores, está na hora de falar dos "drummers" em si. Pra isso eu selecionei dois excelentes bateristas que em minha opnião estão no topo do todos Keith Moon e John Bonham.

Como eu já disse em posts anteriores, não farei biografias (se quiser ler biografias, vá no Blog Rock Music que a FunKiller está postando uma série sobre bateristas excelente, Keith Moon já está lá). Mas quero falar separadamente sobre cada um desses bateristas e o que eles representam pra mim quando se fala em técnica, amor ao instrumento e estilo de vida.




Primeiro falarei a respeito de Keith Moon, baterista do The Who e o cara da foto acima, em sua bateria personalizada com o nome de Spirit of Lily. Keith Moon está abaixo de Bonham pra mim, mas pra mim ainda é complicado comparar os dois nomes, visto que a técnica dos dois era completamente diferente.

Moon tinha um modo completamente diferente de tocar, segurava a baqueta na ponta das suas mãos e quase não seguia conduções, se concentrava em fazer viradas malucas durante quase a música toda. Visto que nem chimbal tinha em seu kit. Ele serve pra mim como inspiração mais em seu modo de vida do que sua tecnica em si (nunca conseguiria tocar como ele), ele era considerado louco por quem o visse, e é disso que eu estou falando, ser considerado louco é a melhor coisa que um músico pode receber como título. That's my dream.


E agora, minha maior inspiração, John Bonham, não gosto de vê-lo pelo lifestyle porque não me agrada muito, Bonham era casado e sentia saudades de sua família, para conformar isso, bebia, e isso causou sua morte. Gosto de admirar Bonham por sua tecnica inagualável, uma tecnica que nenhum baterista atual consegue alcançar hoje em dia na minha singela opnião. Tinha uma pegada forte na bateria e uma velocidade impressionante.

Mas o mais impressionante era o que ele fazia com os pedais, na música Good Times Bad Times (video abaixo), você pode pensar que ele esta usando um pedal duplo, mas não está, ele utilizava uma tecnica da ponta do pé com o calcanhar que dava velocidade e fazia parecer um pedal duplo o que ele tocava no pedal simples. Muitos bateristas da época(e até hoje) acabaram com seus calcanhares tentando imitá-lo e é um feito de apenas poucos bateristas, posso garantir.

Vídeos:

My Generation- The Who


Obs: "My name's Keith, but you can call me John"
Keith Moon sensacional.



Atenção no pedal, hehe.

Então é isso, espero que comentem ao menos "Que grande bosta" se der, e postarei mais em breve, até mais roqueiros!

The Drummer and The Drums - Part II

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Então pessoal, infelizmente não recebi nenhum comentário, positivo ou negativo pra minha postagem, mas tudo bem, eu estou aqui hoje pra continuar minha série de posts, que eu acho que vão ser 3. Hoje eu vou falar sobre os cymbals ou como conhecemos no Brasil, os pratos.

Existem varios pratos presentes na bateria, uns até mesmo mais cruciais que outros em questão de finalidade. Os pratos presentes num kit simples de bateria são: o chimbal(que são dois pratos), o prato de condução e o prato de ataque. Outros pratos importantes, mas não cruciais em um bateria são: o china, o splash, etc.

Vou falar sobre cada um deles:

Chimbal(Hi-Hat): Pra quem tocar metal, não, mas é o prato mais importante da bateria, você conduz o ritmo nele e ainda faz a marcação de tempo através dele, com o pé, são dois pratos juntos que ao tirar o pé do pedal eles se abrem. Existem muitos efeitos que se pode colocar em um chimbal em questão de tecnica de bateria. A maioria dos bateristas fazem a sua condução no chimbal, à exceção de quem usa bumbo/pedal duplo.

Prato de Ataque (Crash): Esse é inconfundível, o som estridente, talvez mais conhecido do que o próprio chimbal para quem não entende. O Crash é o mais utilizado para finalização de viradas, para dar um efeito a um certo ritmo e até mesmo para conduzir um som mais pesado. Entre todos é o meu prato preferido.

Prato de Condução (Ride): Todos já ouviram mas não o reconhecem, é um prato caracterísitco de condução do ritmo, para diferenciação do chimbal, é logico que pode ser feito como um crash para colocar algum efeito, mas o seu propósito é o principalmente conduzir o ritmo.

Splash: Um prato muito pequeno que todo mundo já deve ter visto, eu mesmo nunca usei, por isso não sei reconhecer seu som dentre os demais, mas creio que possui um som mais baixo e mais de efeito, pode também ser colocado em cima do crash para obter um efeito diferente ao tocar.

China: Semelhante ao crash, é um prato "invertido" que é utilizado da mesma forma que o crash, à exceção de que o china não fica legal para condução de ritmo, mesmo porque possui um som bem seco.

Muitos devem se perguntar se não faltaram pratos aqui, e eu creio que pode ter faltado algum que eu não conheça ou não me recorde. As grandes baterias possuem muito mais pratos do que os citados aqui, mas também, cada uma dessas tem um monte de crashs, um monte de rides e assim por diante. Cada um com sua finalidade e som especifico.

Creio que tenha ficado claro, e ainda aguardo por comentários, se alguem lê isso aqui né! Deêm sinal de vida!! Até mais!

The Drummer and the Drums

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Então galera, sou eu dando as caras aqui novamente, como eu percebi que o blog está crescendo muito, e rápido, eu resolvi dar uma passada aqui pra uma postagem, porque nosso leitores merecem, não é mesmo?

Hoje eu irei fazer o primeiro post de uma sequencia que vai se chamar " The drummer and the drums", ou em português, "o baterista e a bateria", em inglês eu acho que fica um pouco mais expressivo, mas tudo bem, no post de hoje eu irei falar sobre os "tambores" da bateria. Não gosto muito de chamar de tambores e sim pelo nome certo de cada peça, mas como não tem termo melhor, vamos lá!

Um Kit básico de bateria é composto por 5 "tambores", sendo eles a caixa, o surdo, o tom 1, o tom 2 e o bumbo. Segue a foto mostrando qual é qual, e explicarei cada um deles.


Caixa: Talvez pra mim, juntamente com o bumbo, o tambor mais importante da bateria, 90% ou mais das músicas que contém bateria possuem batida de caixa em algum momento, talvez porque a caixa possui uma esteira por baixo dela, que com a vibração emitida pela batida faz um barulho mais agudo que os demais tambores (Aquele famoso "Tá"). Essa esteira pode ser suspensa com apenas uma "alavanca" presente na caixa, tornando-a grave no mesmo momento.

Surdo: Uma peça importantíssima em uma bateria é o surdo, porque além de ser útil em viradas, ele pode ser usado para conduzir o ritmo no lugar de um prato, e tambem é muito utilizado em uma virada chamada de "crescendo"(não tenho certeza do nome), onde se bate o surdo com a caixa aumentando o ritmo com o tempo.

Tom 1: Outro tambor grave da bateria, não tão grave quando o surdo, mas mais grave que a caixa com a esteira suspensa. É útil para dar um toque especial à sua levada, e para serem feitas viradas excepcionais, uma bateria pode existir sem Tom 1 e Tom 2, mas é uma coisa totalmente "sem sal". É possivel tambem conduzir musicas nos tons, mas eu particularmente não gosto. Se algum baterista ler isso, pode dar a sua opnião sobre o assunto, aqui eu expresso somente minha opnião.

Tom 2: Mais grave que o Tom 1, funciona como o mesmo, sendo dispnesável em alguns kits mais simples, ou pelo próprio gosto do baterista. Eu sinceramente acredito que sem o Tom 2, as viradas não tem a mesma graça.

Bumbo: O segundo tambor mais importante da bateria, e o mais grave de todos, serve para conduzir o ritmo, marcando o tempo e deixando aquele som característico de "Tum!", não existe, até onde eu sei, alguma música que não tenha bumbo, o bumbo serve para guiar o ritmo, o baxista segue o ritmo do bumbo em uma banda. Ou seja, tem um papel supremo na bateria, e é tocado com o pé, através de um pedal. Alguns gostam muito de usar "pedal duplo" característico do estilo Heavy Metal. Eu simplesmente acho que o pedal duplo é importante, mas não é o principal, nem no Metal. Talvez a coordenção entra bumbo e caixa seja uma das mais complicadas coisas da bateria, no momento em que seu pé tem que ser totalmente coordenado com a sua mão.

A respeito de marcas, existem muitas que podem ser citadas, a bateria do exemplo é um modelo igual à minha bateria, à diferença que o meu surdo não é suspenso igual o da foto. Ela é da marca RMV, que é uma marca excelente, principalmente para iniciantes. Existem as baterias da Ludwig que são as melhores na minha opnião e muitas outras marcas como Yamaha, Groovin' Pro, entre outras.

Então é isso aí! Semana que vem eu volto com um post a respeito dos pratos da bateria, se gostaram, comentem, se não gostaram, comentem, se nem leram, comentem também, pelo menos pra eu saber que tem alguem que lê o que eu escrevo, e já digo de passagem, que os 30 minutos que gastei escrevendo isso da minha própria cabeça foram gastos totalmente para vossas senhorias! Até mais!

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